quarta-feira, 5 de agosto de 2009
O Poder das Cores
sábado, 11 de julho de 2009
É preciso Saber Viver !

quarta-feira, 6 de maio de 2009
Parabéns Para Você, Nessa Data querida!!!

E vim hoje numa data para mim toda especial
Meu Aniversário
Dia que representa mais um ano de vida
Ritual de Passagem
Amadurecimento
Aprendizagem
Estar com pessoas queridas
Ser lembrada
Comer bolo
E ai me veio a pergunta....
Hum, descobri o seguinte:
Aniversário é uma palavra latina que significa "aquilo que volta todos os anos". Anniversarius vem de annus (ano) e vertere (voltar), ou seja, aquilo que se faz ou que volta todos os anos.
E aquele ritual todo: bolo, velinhas?
O bolo de aniversário parece ter surgido na Grécia, em homenagem a Artemis, a deusa da caça, reverenciada no dia 6 de cada mês. Dizia-se que as velas representavam o luar.
Na Idade Média, esse costume chegou à Alemanha. Os camponeses faziam festas infantis que começavam ao raiar do dia. As velas eram acesas e a criança acordava com a chegada do bolo. Naquele tempo, o número de velinhas não era igual ao número de anos do aniversariante. O bolo recebia uma vela a mais - sinal da luz da vida.
Feliz Aniversário em alguns idiomas
Inglês :Happy Birthday
Francês: Joyeux Anniversaire
Italiano:Felice Anniversario
Espanhol:Feliz Cumplaeaños
Alemão:Herzlichen Glückwunsch ou Zum Geburtstag
Ansiosa a espera de passos importantes que darei em breve

segunda-feira, 16 de março de 2009
Escutatória

Rubem Alves
Todo mundo quer aprender a falar...
Pensei em oferecer um curso de escutatória,
Escutar é complicado e sutil.
Diz Alberto Caeiro que... Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores.
É preciso também não ter filosofia nenhuma.
Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas.
Para se ver, é preciso que a cabeça esteja vazia.
Parafraseio o Alberto Caeiro:
Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito.
É preciso também que haja silêncio dentro da alma.
A gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor...
Sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer.
Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração...
E precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor.
Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação
No fundo, somos os mais bonitos...
Contou-me de sua experiência com os índios: Reunidos os participantes,
Há um longo, longo silêncio.
Vejam a semelhança...
Os pianistas, por exemplo, antes de iniciar o concerto, diante do piano,
Abrindo vazios de silêncio... Expulsando todas as idéias estranhas.
Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial.
Curto. Todos ouvem.
Falar logo em seguida seria um grande desrespeito,
Pensamentos que ele julgava essenciais.
São-me estranhos. É preciso tempo para entender o que o outro falou.
Se eu falar logo a seguir... São duas as possibilidades.
Primeira: Fiquei em silêncio só por delicadeza.
Na verdade, não ouvi o que você falou.
Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando
Falo como se você não tivesse falado.
Segunda: Ouvi o que você falou. Mas, isso que você falou como
É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou.
Em ambos os casos, estou chamando o outro de tolo.
E, assim vai a reunião.
Não basta o silêncio de fora.
E aí, quando se faz o silêncio dentro,
Fernando Pessoa conhecia a experiência...
E, se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras... No lugar onde não há palavras.
No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada.
Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia,
Que de tão linda nos faz chorar.
Para mim, Deus é isto: A beleza que se ouve no silêncio.
Daí a importância de saber ouvir os outros: A beleza mora lá também.
Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto.
domingo, 15 de março de 2009
Tocando em Frente
Ando devagar porque já tive pressa
Conhecer as manhas e as manhãs,
Ando devagar porque já tive pressaquarta-feira, 4 de março de 2009
UTILIDADE PÚBLICA
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PALIATIVO :
Alguma coisa estranha deve estar acontecendo quando um remédio contra a ansiedade – tarja preta, vendido apenas com retenção de receita – se torna o segundo medicamento mais consumido no Brasil. Esse remédio é o velho Rivotril, que tem 35 anos de mercado, mas nos últimos cinco escalou rapidamente o ranking dos mais vendidos até chegar ao segundo lugar. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico (o campeão de vendas é o anticoncepcional Microvlar, com 20 milhões de unidades). O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós, o analgésico Tylenol e outros produtos que os consumidores colocam na cestinha sem saber se algum dia vão usar.
A escalada desse ansiolítico na lista dos mais vendidos sugere que a população em sofrimento psíquico pode ser maior do que se imagina. Transtornos de ansiedade e depressão são comuns nas grandes cidades, castigadas pela violência, pelo trânsito e pelo desemprego. Mas a pesquisa São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde, revela que cerca de 40% dos moradores da região metropolitana sofre de algum tipo de transtorno psiquiátrico. É um porcentual que os próprios psiquiatras consideram “assustador” – e que depõe frontalmente contra a imagem de “nação feliz” que os estrangeiros e nós mesmos, brasileiros, gostamos de cultuar.
Por trás da precariedade do sistema de saúde e do modismo da medicação, existe a crescente incapacidade das pessoas – e dos médicos – em conviver com um dos sentimentos mais enraizados da psique humana, a ansiedade. Ela está lá desde os primórdios do homem, associada a temores e ameaças indefiníveis. Embora desagradável, é um dos motores da existência. Faz parte da nossa constituição evolutiva. “Ela é um estado de alerta, um estímulo para produzir. O contrário da ansiedade é a apatia”, diz o psicanalista Eduardo Boralli Rocha. Totalmente diferente dessa ansiedade benigna é a combinação explosiva de urgência, competição e sentimento de exclusão que caracteriza o nosso tempo.
Repostagem: REVISTA ÉPOCA -saúde & bem estar
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Mil Maneiras de OLHAR: LUZ X ESCURIDÃO

E nessa perspectiva do novo e do balanço constante do ano que passou, das coisas que aconteceram junto a motivação para mudanças e flexibilidade aos desafios que surgirão no meio do caminho, tenho pensando muito no....OLHAR: jeito de olhar, como olhar....no sentido de interpretar...dizem que a REALIDADE não passa de INTERPRETAÇÃO e que a verdade é relativa, pois é fruto de interpretações e considerando a minha formação concordo com esse ponto de vista, afinal muitas vezes distorcemos fatos e situações por estar emocionalmente envolvidos e dessa forma o olhar frente ao ocorrido torna-se tendendioso.
Esperar pelo NOVO, buscar o NOVO, lutar pelo NOVO sem sempre é fácil. Sair da "Zona de Conforto" daquela situação com a qual estamos acostumados a vivenciar, seja situações positivas ou negativas, é um tanto complicado, afinal aprendemos a lidar com esse cotidiano e sabemos como reagir nesse mundindo e aí... arriscar é "Sair da Caverna", é ver com um NOVO OLHAR, é mudar a trajetória, é Buscar...ai..ai...é ansiogênico... É Desafio!!!!
Pensando nessa Temática: Zona de Conforto X Novo Olhar, a qual surgiu após uma conversa com minha amiga de trabalho após o expediente na qual possibilitou a mim em alguns minutos uma reflexão para 2009, exponho 2 textos os quais achei muito interessante...


Feliz Olhar Novo!!!!
O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história.
O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e o AGORA.
Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais…
Mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia?
Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho?
Quero viver bem.
O ano que passou foi um ano cheio.
Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal.
Às vezes se espera demais das pessoas. Normal.
A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor machucou. Normal.
O próximo ano não vai ser diferente.
Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí?
Fazer o quê?
Acabar com seu dia?
Com seu bom humor?
Com sua esperança?
O que eu desejo para todos nós é sabedoria!
E que todos saibamos transformar tudo em uma boa experiência!
Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado.
Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim…
Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria três, a dos colegas.
Ou mude de classe, transforme-o em conhecido.
Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém.
O nosso desejo não se realizou?
Beleza, não tava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro:
CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE).
Chorar de dor, de solidão, de tristeza faz parte do ser humano.
Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes.
Desejo para todo mundo esse olhar especial.
O próximo ano pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso.
Somos fracos, mas podemos melhorar.
Somos egoístas, mas podemos entender o outro.
O próximo ano pode ser o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular… ou… pode ser puro orgulho!
Depende de mim, de você!
Pode ser. E que seja!!!
FELIZ OLHAR NOVO !!!!!!!
